Muita coisa aconteceu nestes últimos quatro anos, desde que o inominável foi eleito, em 2018. Descobrimos que somos um povo muito infeliz, afinal, no lugar de desenvolvimento e paz [mesmo que relativa], sucumbimos no retrocesso exemplificado por um presidente minúsculo, raso, raivoso, racista, misógino, homofóbico, enfim, praticamente metade da população confirmou o exemplo nada edificante daquele que ocupou, certamente por engano, a cadeira da Presidência desta República. Mas, apesar dos pesares, parece que teve utilidade. Sim, tudo sempre tem alguma utilidade. No caso foi o de mostrar que metade, sim, metade da população brasileira é rasa, raivosa, racista, misógina, homofóbica. Considero isso positivo pois, particularmente, não alimento mais ilusões. Seguimos, por que a Vida sempre segue e chegamos às eleições de 2022. Nessa página da história já está escrita a saga de um Nordestino, periférico, excluído, um próprio do Povo: Luiz Inácio Lula da Silva. Que saga! Comparável [e talvez ...
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