RESSALVANDO todas as exceções, mas o mal do Brasil não são - necessariamente - os políticos, ou pelo menos NÃO EXCLUSIVAMENTE.
Ouço a todo tempo pessoas dizendo que todos os políticos são ladrões; são picaretas e por aí vai. Mas não ouço ninguém dizendo que o desembargador tal ou o ministro tal ... é ladrão - excetuando-se os casos denunciados publicamente -, mesmo que alguns desses estejam praticando furto aos cofres públicos quando recebem em suas contas correntes os famosos "proventos".
O mal do Brasil são suas autoridades e esses proventos, e essas autoridades são dos três poderes: EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO.
Não é sem motivo que está em tramitação um projeto que pretende - pelo menos - discutir o TETO DE VENCIMENTO dessas autoridades, o que eu duvido que seja aprovado, mas, já é um começo.
Não é possível que o rendimento líquido de um presidente de tribunal de justiça estadual seja de R$ 127.000,78 [CENTO E VINTE E SETE MIL E SETENTA E OITO CENTAVOS], quando seu salário é de R$ 30.471,11 [trinta mil quatrocentos e setenta e um reais e onze centavos]. NÃO É POSSÍVEL. Esse 'plus' se deve a "indenizações" e "vantagens".
Não há outro nome para isso a não ser furto consentido aos cofres públicos. Ah! E com todo esse "provento" ele ainda ganha DIÁRIA!
O mal desse país são essas autoridades que, reconfortadas pela legislação levam a nação à bancarrota - tais proventos são fundamentados em LEI, que é gestada na promíscua relação que os membros dos poderes da república têm entre si, e isso vem no mínimo desde a Constituição Federal de 1988 e suas respectivas emendas. A população do setor privado trabalha para sustentar essa "monarquia", essa "nobreza".
Um salário de trinta mil reais já é um excelente vencimento, mas ele não basta para autoridades que legalmente corroem o erário.
Ouço a todo tempo pessoas dizendo que todos os políticos são ladrões; são picaretas e por aí vai. Mas não ouço ninguém dizendo que o desembargador tal ou o ministro tal ... é ladrão - excetuando-se os casos denunciados publicamente -, mesmo que alguns desses estejam praticando furto aos cofres públicos quando recebem em suas contas correntes os famosos "proventos".
O mal do Brasil são suas autoridades e esses proventos, e essas autoridades são dos três poderes: EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO.
Não é sem motivo que está em tramitação um projeto que pretende - pelo menos - discutir o TETO DE VENCIMENTO dessas autoridades, o que eu duvido que seja aprovado, mas, já é um começo.
Não é possível que o rendimento líquido de um presidente de tribunal de justiça estadual seja de R$ 127.000,78 [CENTO E VINTE E SETE MIL E SETENTA E OITO CENTAVOS], quando seu salário é de R$ 30.471,11 [trinta mil quatrocentos e setenta e um reais e onze centavos]. NÃO É POSSÍVEL. Esse 'plus' se deve a "indenizações" e "vantagens".
Não há outro nome para isso a não ser furto consentido aos cofres públicos. Ah! E com todo esse "provento" ele ainda ganha DIÁRIA!
O mal desse país são essas autoridades que, reconfortadas pela legislação levam a nação à bancarrota - tais proventos são fundamentados em LEI, que é gestada na promíscua relação que os membros dos poderes da república têm entre si, e isso vem no mínimo desde a Constituição Federal de 1988 e suas respectivas emendas. A população do setor privado trabalha para sustentar essa "monarquia", essa "nobreza".
Um salário de trinta mil reais já é um excelente vencimento, mas ele não basta para autoridades que legalmente corroem o erário.
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