SÃO MUITAS!
Vamos por partes, pois são ótimas lições.
A primeira delas é que tenho uma profissão que, numa situação como esta, não me impede de trabalhar "de" casa. Veja só que coisa magnífica, bastando que eu tenho um computador, uma impressora e acesso à internet.
Então, meu primeiro agradecimento é à minha profissão, a Advocacia.
A segunda lição que eu destaco é que é possível viver com "menos". Sim! MENOS, ou seja, não há necessidade de TANTO CONSUMO. É possível sobreviver e viver bem com o essencial.
Esta circunstância permite praticar a economia que, por todos os ângulos, é positivo. Menos consumo é menos gasto, menos gasto permite guardar recursos, menos gasto evita desperdício e economiza a natureza. Então, é necessário agradecer esse ensinamento: quem sabe as crianças de hoje não sejam adultos melhores amanhã? Afinal, as gerações anteriores - de tanto consumo - estão levando o Planeta à exaustão.
A terceira lição é que há alguma propaganda enganosa no setor comercial e empresarial dos micro, pequenos, médios e grande negócios. Digo isso porque com a paralisação das atividades o que vimos foi uma lamentação profunda desses empresários alegando que não teriam recursos para suportar trinta dias de paralisação, permitindo concluir que eles não tem qualquer tipo de reserva. Óbvio que alguns tem, sim, reservas, mas é uma minoria. A grande maioria come sardinha no almoço mas arrota caviar na janta, ou seja, um grande faz de conta. Não é possível uma sociedade crescer saudavelmente com tanta fragilidade justamente no setor produtivo. É falso. É vazio.
A quarta lição é que a classe Política e Empresarial deste País, do menor ao maior, dependem mesmo é de uma coisa somente: DO TRABALHADOR. DA TRABALHADORA. Quem produz a riqueza de uma Nação é seu POVO, aquele que trabalha na linha de produção, no chão da fábrica, nos balcões, nas repartições. Ou seja, bastaria que esse povo se instruísse adequadamente para se tornar, definitivamente, o PODER. Não é o caso no Brasil. Nosso povo, de um modo geral, ainda é pessimamente instruído. Ele "se vira" bem, mas não resiste a um debate sem "apelar para a ignorância". Isso teria que mudar, mas mesmo que isso ainda demore, é fato que a mola propulsora em tudo é o ser humano, neste ítem, o trabalhador, a trabalhadora.
A quinta lição ensina sobre nosso tamanho. Que belíssima oportunidade para aprender, definitivamente, que somos uma unidade dentro desse complexo sistema que é a NATUREZA, a tal ponto que um pequeno microorganismo consegue paralisar as Nações, as Empresas, os Ricos, os poderosos, todos nós.
Podemos cada qual encontrar essas lições, afinal, todos fomos atingidos.
A sabedoria de algo tão grande, tão catastrófico, sim porque há sabedoria nisso, é que um novo comportamento é bem vindo, quem sabe necessário.
Vamos por partes, pois são ótimas lições.
A primeira delas é que tenho uma profissão que, numa situação como esta, não me impede de trabalhar "de" casa. Veja só que coisa magnífica, bastando que eu tenho um computador, uma impressora e acesso à internet.
Então, meu primeiro agradecimento é à minha profissão, a Advocacia.
A segunda lição que eu destaco é que é possível viver com "menos". Sim! MENOS, ou seja, não há necessidade de TANTO CONSUMO. É possível sobreviver e viver bem com o essencial.
Esta circunstância permite praticar a economia que, por todos os ângulos, é positivo. Menos consumo é menos gasto, menos gasto permite guardar recursos, menos gasto evita desperdício e economiza a natureza. Então, é necessário agradecer esse ensinamento: quem sabe as crianças de hoje não sejam adultos melhores amanhã? Afinal, as gerações anteriores - de tanto consumo - estão levando o Planeta à exaustão.
A terceira lição é que há alguma propaganda enganosa no setor comercial e empresarial dos micro, pequenos, médios e grande negócios. Digo isso porque com a paralisação das atividades o que vimos foi uma lamentação profunda desses empresários alegando que não teriam recursos para suportar trinta dias de paralisação, permitindo concluir que eles não tem qualquer tipo de reserva. Óbvio que alguns tem, sim, reservas, mas é uma minoria. A grande maioria come sardinha no almoço mas arrota caviar na janta, ou seja, um grande faz de conta. Não é possível uma sociedade crescer saudavelmente com tanta fragilidade justamente no setor produtivo. É falso. É vazio.
A quarta lição é que a classe Política e Empresarial deste País, do menor ao maior, dependem mesmo é de uma coisa somente: DO TRABALHADOR. DA TRABALHADORA. Quem produz a riqueza de uma Nação é seu POVO, aquele que trabalha na linha de produção, no chão da fábrica, nos balcões, nas repartições. Ou seja, bastaria que esse povo se instruísse adequadamente para se tornar, definitivamente, o PODER. Não é o caso no Brasil. Nosso povo, de um modo geral, ainda é pessimamente instruído. Ele "se vira" bem, mas não resiste a um debate sem "apelar para a ignorância". Isso teria que mudar, mas mesmo que isso ainda demore, é fato que a mola propulsora em tudo é o ser humano, neste ítem, o trabalhador, a trabalhadora.
A quinta lição ensina sobre nosso tamanho. Que belíssima oportunidade para aprender, definitivamente, que somos uma unidade dentro desse complexo sistema que é a NATUREZA, a tal ponto que um pequeno microorganismo consegue paralisar as Nações, as Empresas, os Ricos, os poderosos, todos nós.
Podemos cada qual encontrar essas lições, afinal, todos fomos atingidos.
A sabedoria de algo tão grande, tão catastrófico, sim porque há sabedoria nisso, é que um novo comportamento é bem vindo, quem sabe necessário.
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