O que menos temos neste País é espírito cívico. Que me perdoem os que pensam diferente, mas desfilar nas ruas fantasiado do que quer que seja, no dia 7 de setembro, está mais para "aparecer para as fotos" do que civismo propriamente dito. Que o diga o facebook, instagran e outras redes sociais.
O espírito cívico se aproxima daquele valor que os PRINCÍPIOS propõem. O sujeito tem certeza do PRINCÍPIO e o defende, o vive e o expressa. Civismo é um valor que está acima de prazeres pessoais, de orgulhos, de vaidades. Por civismo questionamos, inclusive, autoridades que abusam de seus poderes e que se esquecem de que soberano é o cidadão enquanto ele, autoridade, está a serviço do cidadão.
O dia 7 de setembro de 2016 devia ser um dia de luto, de tristeza profunda diante da violação que autoridades do congresso nacional [Senadores] praticaram ao julgar procedente o processo de impeachment promovido contra a Presidente Dilma Roussef, quando evidente a ausência de crime por ela praticado. Sessenta e um senadores decidiram que ela não seria mais a Presidente da República, através de um processo político em um sistema de governo presidencialista, onde somente a prova irrefutável da ocorrência de crime autoriza o impedimento.
Minutos após o julgamento senadores declararam, às redes de televisão, que "sabiam que ela não tinha praticado crime de responsabilidade", todavia, porque entendiam que Ela não tinha mais condições de governar [isso é até possível], decidiram votar a favor do impeachment. Ocorre que falta de condição de governar não é motivo para a condenação.
Uma semana depois uma parcela da população estava desfilando ou assistindo o desfile do DIA DA INDEPENDÊNCIA.
Uma outra parcela estava fazendo passeata contra o novo Presidente empossado, o Vice de Dilma, Michel Temer.
O espírito cívico se aproxima daquele valor que os PRINCÍPIOS propõem. O sujeito tem certeza do PRINCÍPIO e o defende, o vive e o expressa. Civismo é um valor que está acima de prazeres pessoais, de orgulhos, de vaidades. Por civismo questionamos, inclusive, autoridades que abusam de seus poderes e que se esquecem de que soberano é o cidadão enquanto ele, autoridade, está a serviço do cidadão.
O dia 7 de setembro de 2016 devia ser um dia de luto, de tristeza profunda diante da violação que autoridades do congresso nacional [Senadores] praticaram ao julgar procedente o processo de impeachment promovido contra a Presidente Dilma Roussef, quando evidente a ausência de crime por ela praticado. Sessenta e um senadores decidiram que ela não seria mais a Presidente da República, através de um processo político em um sistema de governo presidencialista, onde somente a prova irrefutável da ocorrência de crime autoriza o impedimento.
Minutos após o julgamento senadores declararam, às redes de televisão, que "sabiam que ela não tinha praticado crime de responsabilidade", todavia, porque entendiam que Ela não tinha mais condições de governar [isso é até possível], decidiram votar a favor do impeachment. Ocorre que falta de condição de governar não é motivo para a condenação.
Uma semana depois uma parcela da população estava desfilando ou assistindo o desfile do DIA DA INDEPENDÊNCIA.
Uma outra parcela estava fazendo passeata contra o novo Presidente empossado, o Vice de Dilma, Michel Temer.
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