Nunca pensei que a sociedade brasileira retrocedesse tanto.
Quando concluí o curso de Ciências Jurídicas, em 1984, tinha certeza que fazia parte de um povo que avançaria, que apreenderia tudo e mais um pouco e que faria a diferença neste globo, somando um aprendizado sadio a uma natureza generosa. Qual nada.
O lugar mais imediato em que vejo o retrocesso é no trânsito, onde os eficientes [?] motoristas só não passam por cima uns dos outros porque isso vai arranhar, amassar e estragar o seu "carrinho", objeto a que o brasileiro ama tanto ou mais que a própria família.
Depois do trânsito o lugar onde o retrocesso mais se expande é na periferia. Como é possível aceitar que seres humanos morem em locais como os que existem nos locais mais pobres. Mas, não obstante a dureza do cenário, ao falar com algumas dessas pessoas descobre-se o suprassumo do retrocesso e da miséria: ali também há os opressores e os oprimidos a ponto de algumas práticas chocarem "a platéia", como p.ex., alguns não alugam quartos ou barracos para famílias com crianças! Ou, "se não pagar o aluguel é posto na rua imediatamente"[!] ato que é praticado com requintes de crueldade, inclusive.
Seguindo a diante, - e aqui não vou falar dos homens que abandonam suas mulheres grávidas; da violência contra a mulher; da violência contra o idoso; da violência contra crianças; da violência contra animais - NÃO, isso é seara comum.
O que acontece nas repartições públicas onde brasileiros e brasileiras fingem que trabalham - isso em todos os níveis inclusive no impoluto judiciário e ministério público; ou de onde levam fotocópias e mais fotocópias de material de estudo "para não gastar"; ou das escolas que não ensinam nada; ou de pais que estão nem aí com o que o filho está apreendendo. Talvez esses exemplos até já sejam "lugar comum". Então, observemos o retrocesso das manifestações nas redes sociais: como é difícil encontrar alguém que interprete os fatos; como escrevem errado; como escrevem com raiva; como espumam ódio e falsidade ao mesmo tempo e como adoram "curtir" idiotices.
Esse povo se perdeu na curva [!] e isso está fazendo, pelas minhas contas, uns 10 anos. Lá pelos idos de 2005 é que a coisa se transformou nisso. Quer ver a prova: veja o que colocaram nos parlamentos brasileiros desde então, desde as câmaras municipais até o congresso nacional! Nesses espaços está o "extrato" desse povo. Pessoas medíocres mas envernizadas; pessoas perigosas mas idolatradas; doentes invejados; .... é nas câmaras, assembleias e congresso nacional que me oferecem, todos os dias, os exemplos mais concretos do retrocesso coletivo de um povo. E há quem pense que lá só tem "políticos". !!!
Quando concluí o curso de Ciências Jurídicas, em 1984, tinha certeza que fazia parte de um povo que avançaria, que apreenderia tudo e mais um pouco e que faria a diferença neste globo, somando um aprendizado sadio a uma natureza generosa. Qual nada.
O lugar mais imediato em que vejo o retrocesso é no trânsito, onde os eficientes [?] motoristas só não passam por cima uns dos outros porque isso vai arranhar, amassar e estragar o seu "carrinho", objeto a que o brasileiro ama tanto ou mais que a própria família.
Depois do trânsito o lugar onde o retrocesso mais se expande é na periferia. Como é possível aceitar que seres humanos morem em locais como os que existem nos locais mais pobres. Mas, não obstante a dureza do cenário, ao falar com algumas dessas pessoas descobre-se o suprassumo do retrocesso e da miséria: ali também há os opressores e os oprimidos a ponto de algumas práticas chocarem "a platéia", como p.ex., alguns não alugam quartos ou barracos para famílias com crianças! Ou, "se não pagar o aluguel é posto na rua imediatamente"[!] ato que é praticado com requintes de crueldade, inclusive.
Seguindo a diante, - e aqui não vou falar dos homens que abandonam suas mulheres grávidas; da violência contra a mulher; da violência contra o idoso; da violência contra crianças; da violência contra animais - NÃO, isso é seara comum.
O que acontece nas repartições públicas onde brasileiros e brasileiras fingem que trabalham - isso em todos os níveis inclusive no impoluto judiciário e ministério público; ou de onde levam fotocópias e mais fotocópias de material de estudo "para não gastar"; ou das escolas que não ensinam nada; ou de pais que estão nem aí com o que o filho está apreendendo. Talvez esses exemplos até já sejam "lugar comum". Então, observemos o retrocesso das manifestações nas redes sociais: como é difícil encontrar alguém que interprete os fatos; como escrevem errado; como escrevem com raiva; como espumam ódio e falsidade ao mesmo tempo e como adoram "curtir" idiotices.
Esse povo se perdeu na curva [!] e isso está fazendo, pelas minhas contas, uns 10 anos. Lá pelos idos de 2005 é que a coisa se transformou nisso. Quer ver a prova: veja o que colocaram nos parlamentos brasileiros desde então, desde as câmaras municipais até o congresso nacional! Nesses espaços está o "extrato" desse povo. Pessoas medíocres mas envernizadas; pessoas perigosas mas idolatradas; doentes invejados; .... é nas câmaras, assembleias e congresso nacional que me oferecem, todos os dias, os exemplos mais concretos do retrocesso coletivo de um povo. E há quem pense que lá só tem "políticos". !!!

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