Pode ser que minha visão esteja errada, pode ser que meu olhar esteja desfocado, mas olhando de perto o povo brasileiro, aquele contingente de gente a quem se atribui a alcunha de povão, outra não foi minha conclusão: triste povo. Olhares caídos, expressões ausentes; corpo flagelado; vestimentas surradas; corpos mutilados.
Esse povo eu encontro nas proximidades das rodoviárias, nos entornos de mercados públicos, nos centros populares, nas periferias.
É um povo diferente daquele que está nos arredores dos Poderes, completamente diferente daquele que está nas cúpulas dos Poderes e nem de muito longe lembra aqueles que estão dentro das fronteiras ricas, milionárias que comandam os grandes comércios, as grandes empresas, os conglomerados e etc.
TRISTE POVO BRASILEIRO!
Esse povo eu encontro nas proximidades das rodoviárias, nos entornos de mercados públicos, nos centros populares, nas periferias.
É um povo diferente daquele que está nos arredores dos Poderes, completamente diferente daquele que está nas cúpulas dos Poderes e nem de muito longe lembra aqueles que estão dentro das fronteiras ricas, milionárias que comandam os grandes comércios, as grandes empresas, os conglomerados e etc.
TRISTE POVO BRASILEIRO!
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