O mundo reduziu sua velocidade em 80%. Cidades inteiras, grandes metrópoles, indústrias, Municípios, Estados, Países .... pararam [mesmo que parcialmente] por causa de um vírus. Seu nome: CORONA.
Centenas de milhares de pessoas se recolheram à suas casas, apartamentos, kitnets, casebres, bangalôs e lá estão desde que os governos anunciaram que a única forma de evitar milhares de mortes seria evitando a contaminação. Chamaram isso de isolamento social.
Aqui no Brasil o sinal amarelo foi acionado na terceira semana de março de 2020.
Lembro que naquela semana Eu chamei uma reunião da Equipe de meu Escritório de Advocacia
[www.retiadvogados.adv.br] e expus minha preocupação, sugerindo que trabalhássemos aquela semana e depois nos recolhêssemos. Não conseguimos finalizar a semana. Na quarta feira, dia 18/03/2020 foi o último dia de atividade. No dia seguinte já não abrimos o Escritório.
E assim fomos vendo, ao longo daquele dia 19 e nos seguintes, a maior parte do comércio e atividades econômicas paralisando, não sem protesto de muitos, é lógico.
E o número de contaminados seguiu crescendo mas, não em ritmo descontrolado, como previram as autoridades de saúde, sinal de que o isolamento social foi a medida correta, não obstante a populesca campanha em contrário protagonizada pelo próprio presidente da República. Deixo a palavra presidente com letra minúscula para representar como vejo o seu [atual] titular = minusculo.
Agora já estamos no 26º dia. Minha atividade profissional está paralisada, muito embora tenha constatado que é possível advogar virtualmente, graças, é lógico, a todos os avanços tecnológicos que nos permitem ter, hoje, um sistema de justiça informatizado. Não deixa de ser um sinal das forças ocultas: o mundo alcançou a plenitude digital e então veio o vírus.
Mas, voltando à realidade, além desse aprendizado imediato há outro, mediato: veremos que podemos viver de outro modo, sem tantos carros nas ruas, sem precisar sair de casa, sem tanto consumo, sem tanto gasto, sem tanta destruição.
O Planeta está dando sinais dos efeitos desse isolamento: o Himalaia voltou a ser visto em uma região que o encobria por causa da poluição; do satélite vimos imagens mostrando a redução da poluição sobre a China; Rios voltaram a ser ocupados por peixes; o céu cinzento de São Paulo voltou a ficar azul.
Enfim, há outro mundo a nossa espera, aquele em que todos podemos viver sem risco de destruí-lo. É sobre isso que temos que pensar. É isso que temos que viver.
Centenas de milhares de pessoas se recolheram à suas casas, apartamentos, kitnets, casebres, bangalôs e lá estão desde que os governos anunciaram que a única forma de evitar milhares de mortes seria evitando a contaminação. Chamaram isso de isolamento social.
Aqui no Brasil o sinal amarelo foi acionado na terceira semana de março de 2020.
Lembro que naquela semana Eu chamei uma reunião da Equipe de meu Escritório de Advocacia
[www.retiadvogados.adv.br] e expus minha preocupação, sugerindo que trabalhássemos aquela semana e depois nos recolhêssemos. Não conseguimos finalizar a semana. Na quarta feira, dia 18/03/2020 foi o último dia de atividade. No dia seguinte já não abrimos o Escritório.
E assim fomos vendo, ao longo daquele dia 19 e nos seguintes, a maior parte do comércio e atividades econômicas paralisando, não sem protesto de muitos, é lógico.
E o número de contaminados seguiu crescendo mas, não em ritmo descontrolado, como previram as autoridades de saúde, sinal de que o isolamento social foi a medida correta, não obstante a populesca campanha em contrário protagonizada pelo próprio presidente da República. Deixo a palavra presidente com letra minúscula para representar como vejo o seu [atual] titular = minusculo.
Agora já estamos no 26º dia. Minha atividade profissional está paralisada, muito embora tenha constatado que é possível advogar virtualmente, graças, é lógico, a todos os avanços tecnológicos que nos permitem ter, hoje, um sistema de justiça informatizado. Não deixa de ser um sinal das forças ocultas: o mundo alcançou a plenitude digital e então veio o vírus.
Mas, voltando à realidade, além desse aprendizado imediato há outro, mediato: veremos que podemos viver de outro modo, sem tantos carros nas ruas, sem precisar sair de casa, sem tanto consumo, sem tanto gasto, sem tanta destruição.
O Planeta está dando sinais dos efeitos desse isolamento: o Himalaia voltou a ser visto em uma região que o encobria por causa da poluição; do satélite vimos imagens mostrando a redução da poluição sobre a China; Rios voltaram a ser ocupados por peixes; o céu cinzento de São Paulo voltou a ficar azul.
Enfim, há outro mundo a nossa espera, aquele em que todos podemos viver sem risco de destruí-lo. É sobre isso que temos que pensar. É isso que temos que viver.
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