Muito está sendo escrito e falado sobre a pandemia do novo corona vírus e eu, como os demais, também quero deixar meu registro.
Ontem observei que a atriz Julia Lamertz escreveu um artigo na Folha de São Paulo. Na sua opinião, o vírus é sobre nós e o outro. Também acho. Acrescento, ainda, que ELE fala também sobre nós e o que realmente é prioridade.
E o que realmente é prioridade?
Um juiz de Direito que já tem um salário alto, girando em torno de 30 a 40 mil reais por mês, tem necessidade de receber 100 mil ou mais por mês?
Prédios dos serviços públicos, do executivo, legislativo e judiciário devem ser seguros e confortáveis, mas precisam ser do tipo "Taj Mahal"?
NÃO!
Eu sei que estou tratando de rubricas [receitas e despesas] diferenciadas, e sei também que para cada receita e despesa há uma Lei específica, afinal, no ambiente público só se pode fazer o que a Lei manda, diferente do ambiente privado, onde se pode fazer tudo o que a Lei não proíbe.
Ressalvada essa diferença e tendo a compreensão de que o salário de um juiz tem uma rubrica própria, diferente daquela que destina recursos públicos para construção de prédios, sei que o que norteia o legislador nacional, estadual e municipal quando aprova leis que destinam recursos públicos para o salário de juízes ou para a construção de prédios cinematográficos é a ausência da prioridade certa.
Não é um assunto simples, eu também sei. Mas não é tão complicado assim. Afinal, com essa falta de prioridade certa na cabeça, recursos públicos são destinados para quem já recebe altos salários e também para construção de prédios exagerados [alguns até ridículos], mas não são destinados - ou destinam pouco - para aquilo que realmente é prioritário, fundamental eu diria, a saber: hospitais e escolas e seus equipamentos.
Não é inteligente ter hospitais sem insumos, sem equipamentos, assim como, não faz sentido ambulâncias rodarem com pneus "carecas". Não é inteligente ter escolas deterioradas, com banheiros imundos, com equipamentos superados e ainda, com professores e funcionários recebendo salários indignos.
ENFIM, esse vírus veio mostrar isso TAMBÉM e eu afirmo: não é sem razão.
Ontem observei que a atriz Julia Lamertz escreveu um artigo na Folha de São Paulo. Na sua opinião, o vírus é sobre nós e o outro. Também acho. Acrescento, ainda, que ELE fala também sobre nós e o que realmente é prioridade.
E o que realmente é prioridade?
Um juiz de Direito que já tem um salário alto, girando em torno de 30 a 40 mil reais por mês, tem necessidade de receber 100 mil ou mais por mês?
Prédios dos serviços públicos, do executivo, legislativo e judiciário devem ser seguros e confortáveis, mas precisam ser do tipo "Taj Mahal"?
NÃO!
Eu sei que estou tratando de rubricas [receitas e despesas] diferenciadas, e sei também que para cada receita e despesa há uma Lei específica, afinal, no ambiente público só se pode fazer o que a Lei manda, diferente do ambiente privado, onde se pode fazer tudo o que a Lei não proíbe.
Ressalvada essa diferença e tendo a compreensão de que o salário de um juiz tem uma rubrica própria, diferente daquela que destina recursos públicos para construção de prédios, sei que o que norteia o legislador nacional, estadual e municipal quando aprova leis que destinam recursos públicos para o salário de juízes ou para a construção de prédios cinematográficos é a ausência da prioridade certa.
Não é um assunto simples, eu também sei. Mas não é tão complicado assim. Afinal, com essa falta de prioridade certa na cabeça, recursos públicos são destinados para quem já recebe altos salários e também para construção de prédios exagerados [alguns até ridículos], mas não são destinados - ou destinam pouco - para aquilo que realmente é prioritário, fundamental eu diria, a saber: hospitais e escolas e seus equipamentos.
Não é inteligente ter hospitais sem insumos, sem equipamentos, assim como, não faz sentido ambulâncias rodarem com pneus "carecas". Não é inteligente ter escolas deterioradas, com banheiros imundos, com equipamentos superados e ainda, com professores e funcionários recebendo salários indignos.
ENFIM, esse vírus veio mostrar isso TAMBÉM e eu afirmo: não é sem razão.
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