Ao longo desta última década, ou melhor, de 2010 para cá, temos vivido mudanças significativas no ambiente político, mas, curiosamente, não por conta de melhores lideranças e projetos, mas, ao contrário, pelo surgimento de grupos com líderes e propostas retrógradas e extremas.
Também foi nessa década que surgiu o político fruto de um golpe, que arregimentou seguidores, eu diria, quase a metade da população brasileira. Contou com apoio do empresariado e de parcela da imprensa que optou por apoiá-lo por ser contra as forças progressistas que governaram o País por 13 anos.
Agora essa parcela da população alcançou uma proporção que deve receber a preocupação de todos, pois sequestrou milhares através da manipulação da fé. Os protagonistas desse movimento estão nas igrejas evangélicas neo-pentecostais que, por sua vez, praticam a teoria da dominação [irmão vota em irmão].
Então, para os que não estão sequestrados, sugiro formar fileiras para ENFRENTAR ESSA IGNORÂNCIA que soma religião com política. Em outros tempos, isso resultou em sofrimento para a humanidade.
A questão é: queremos passar por isso novamente?
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